Deflexão Intrinsecóide e Tempo de Ativação Ventricular

Você sabe o que é Deflexão Intrinsecóide? E Tempo de Ativação Ventricular? Acompanhe nossa postagem e tire suas dúvidas.

Muitas pessoas fazem confusão na definição de Deflexão Intrinsecóide e Tempo de Ativação Ventricular, acreditando ser a mesma coisa. Uma tem relação com a outra mas não são sinônimos.

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Arritmias e Gestação – O que você precisa saber?

A gestação é um período que ocorrem mudanças hemodinâmicas importantes no organismo materno, podendo ocasionar arritmias. Existe muita insegurança por parte dos médicos no tratamento e acompanhamento dessas pacientes. Preparamos esse podcast com o objetivo de esclarecer suas dúvidas nesse tema. Aperte o play, aumente o som e vamos para mais um episódio do ArritmedCast…

EARLY – AF : Crioablação ou Terapia Medicamentosa para Tratamento Inicial da Fibrilação Atrial?

No dia 28 de janeiro de 2021 foi publicado no The New England Journal of Medicine o estudo “Cryoablation or Drug Therapy for Initial Treatment of Atrial Fibrillation – EARLY AF”. O Arritmed fez um resumo desse artigo.

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Onda R ampla em V1 a V2 no Eletrocardiograma – Quais os possíveis diagnósticos?

Quando analisamos um eletrocardiograma normal o esperado é que a onda R apresente um aumento progresssivo nas derivações precordiais, de V1 a V6. Ou seja, em V1 e V2 é esperado ondas R de pequenas amplitudes e em V5 e V6 com maiores amplitudes. E quando você encontra ondas R amplas em V1 e V2? Quais os possíveis diagnósticos?

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HAS-BLED – Escore de risco de sangramento na Fibrilação Atrial

Um dos grandes problemas em relação ao uso dos anticoagulantes orais na fibrilação atrial é o risco de sangramentos.  Em virtude disso, alguns escores de avaliação de risco de sangramento foram validados com o objetivo de identificar pacientes com maior potencial de complicações hemorrágicas. Dentre eles podemos citar o HEMORR2HAGES, HAS-BLED e o escore ATRIA. Um dos mais usados na prática clínica é o HAS-BLED. Você sabe o que consiste esse escore?

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Diagnóstico da Síndrome do QT Longo Congênito (SQTL) – Escore de Schwartz

A Síndrome do QT Longo congênito (SQTL) é uma canalopatia hereditária que está relacionada a Morte Súbita, por isso a importância do seu diagnóstico. Pode ocorrer em pacientes com o coração estruturalmente normal.

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ArritmedCast – Diagnóstico de Síncope

Síncope é um quadro muito frequente no atendimento de emergência. Um dos grandes desafios é realizar o seu diagnóstico. Nesse episódio vocês irão encontrar duas novidades: a dramatização de um caso clínico real e a associação de música ao podcast . Espero que gostem! Compartilhem com seus amigos!

Critérios de Sgarbossa – Aprenda a identificar Infarto no Bloqueio de Ramo Esquerdo (BRE)

Quem trabalha em emergência sabe bem que um dos grandes desafios no pronto socorro é a avaliação de dor torácica. A principal patologia para ser diagnosticada ou descartada nesse grupo de pacientes é o infarto agudo do miocárdio. Como propedêutica para esse diagnóstico é realizado incialmente uma anamnese/exame físico, exames laboratoriais com marcadores de necrose miocárdica e o eletrocardiograma (ECG). No ECG é muito importante avaliar se o paciente apresenta critérios que o caracterizem como infarto com supradesnivelamento do segmento ST pois nesse caso estaria indicado terapia de reperfusão miocárdica (através de angioplastia ou trombolítico). Se realizar esse procedimento no tempo hábil (primeiras 12 horas do início da dor) o paciente pode preservar músculo cardíaco, com diminuição da mortalidade.

Uma grade dificuldade nessa investigação é quando o paciente com dor torácica apresenta Bloqueio de Ramo Esquerdo (BRE), mascarando algumas alterações no eletrocardiograma

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Tempestade Elétrica – O que fazer?

Tempestade elétrica é considerado uma emergência médica. Você sabe o que é e como conduzir? Confira o post!

Tempestade elétrica é definido como uma condição clínica caracterizada pela recorrência de taquicardia ventricular (TV) hemodinamicamente instável e/ou fibrilação ventricular (FV) em pacientes portadores de CDI (cardiodesfibrilador implantável) na prevenção primária ou secundária. A definição mais aceita é a presença de 03 ou mais episódios distintos de arritmias que levam a terapia do CDI, podendo ser estimulação antitaquicardia ou choque, em um período de 24 horas. Para o diagnóstico é necessário que a terapia seja apropriada e eficaz.

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Extra Sístole Ventricular – Como identificar sua origem?

A presença de extra sístole ventricular é um achado extremamente comum, surgindo na maioria das vezes em pessoas sadias. A avaliação inicial desses pacientes consiste na história clínica detalhada, exame físico, na investigação de patologias associadas (distúrbios de tireóide, cardiopatias) e análise do eletrocardiograma. Exames como ecocardiograma, teste ergométrico e holter podem ser essenciais para acompanhamento e decisão se o paciente necessita ou não de tratamento da arritmia. As características das extra sístoles como morfologia, localização e quantidade pode indicar a necessidade de exame de imagem como a ressonância nuclear magnética cardíaca.

A ectopia ventricular pode se originar de diversas localizações, sendo mais frequente nos tratos de saída do ventrículo direito e esquerdo. Esses dois locais se relacionam com 80% das extra sístoles idiopáticas.   

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